
Parkour é um desporto radical urbano, a par de outros como skateboarding ou rollerblading, mas é diferente de estes sendo mais separada a parte artística e tendo a partir daí uma filosofia bem diferente.
Onde as pessoas vêem obstáculos, os traceurs vêem oportunidades que envolvem saltos, movimentos diferentes, originais... Pois a ideia é mesmo essa, utilizar os obstáculos e fluir pelo meio de um modo natural e fluído, termo importante para os traceurs pois, ao contrário de desportos como o skateboarding e embora também haja a componente de técnicas individuais como treino, o objectivo é sempre fluir de um modo contínuo através do meio, através de vários obstáculos. Esse modo fluído nota-se na componente artística, pois pode-se saltar de um muro de qualquer maneira, mas fazê-lo de uma forma fluída, natural e até bonita já é diferente. Até se podem fazer movimentos mais redundantes para acrescentar beleza a um movimento, mas aí é que há um conflito geral no parkour: a filosofia.
O parkour é usado para chegar a algum sítio inacessível normalmente: passando daí para usar caminhos normalmente ignorados para chegar a esse sítio; fazê-lo com fluidez e naturalidade; chegando-o lá movendo-se fluidamente e com estilo; não importa chegar a lado nenhum, desde que se mova com estilo.
Como diz o Sebastien Foucan no Jump London: "O Parkour sempre existiu, o Parkour sempre esteve presente na condição humana, apenas não tinha um nome." Isto é indiscutível, mas outra vez, o 'conflito' de ideologias vem ao de cima quando comparamos esta afirmação com o que o David Belle afirma. Este diz que foi o pai o pioneiro da verdadeira utilidade do Parkour quando esteve na Guerra do Vietnam, tendo dado uso aos conhecimentos adquiridos através do livro 'Natural Method of Physical Culture', uma compilação de métodos de treino desenvolvido por George Hébert, como técnica de sobrevivência. Assim, a palavra 'Parkour' deriva directamente de 'parcours du combatant', uma técnica de curso de obstáculos do método de Hébert. De qualquer forma, o Parkour que hoje conhecemos nasceu há cerca de 10 anos em Lisses, nos subúrbios de Paris, fruto dos jogos e brincadeiras de crianças dos seus fundadores: Sebastian Foucan e David Belle.
Onde as pessoas vêem obstáculos, os traceurs vêem oportunidades que envolvem saltos, movimentos diferentes, originais... Pois a ideia é mesmo essa, utilizar os obstáculos e fluir pelo meio de um modo natural e fluído, termo importante para os traceurs pois, ao contrário de desportos como o skateboarding e embora também haja a componente de técnicas individuais como treino, o objectivo é sempre fluir de um modo contínuo através do meio, através de vários obstáculos. Esse modo fluído nota-se na componente artística, pois pode-se saltar de um muro de qualquer maneira, mas fazê-lo de uma forma fluída, natural e até bonita já é diferente. Até se podem fazer movimentos mais redundantes para acrescentar beleza a um movimento, mas aí é que há um conflito geral no parkour: a filosofia.

O parkour é usado para chegar a algum sítio inacessível normalmente: passando daí para usar caminhos normalmente ignorados para chegar a esse sítio; fazê-lo com fluidez e naturalidade; chegando-o lá movendo-se fluidamente e com estilo; não importa chegar a lado nenhum, desde que se mova com estilo.
Como diz o Sebastien Foucan no Jump London: "O Parkour sempre existiu, o Parkour sempre esteve presente na condição humana, apenas não tinha um nome." Isto é indiscutível, mas outra vez, o 'conflito' de ideologias vem ao de cima quando comparamos esta afirmação com o que o David Belle afirma. Este diz que foi o pai o pioneiro da verdadeira utilidade do Parkour quando esteve na Guerra do Vietnam, tendo dado uso aos conhecimentos adquiridos através do livro 'Natural Method of Physical Culture', uma compilação de métodos de treino desenvolvido por George Hébert, como técnica de sobrevivência. Assim, a palavra 'Parkour' deriva directamente de 'parcours du combatant', uma técnica de curso de obstáculos do método de Hébert. De qualquer forma, o Parkour que hoje conhecemos nasceu há cerca de 10 anos em Lisses, nos subúrbios de Paris, fruto dos jogos e brincadeiras de crianças dos seus fundadores: Sebastian Foucan e David Belle.


